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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O CORPO – DÁDIVA DIVINA





Encontrei uma atividade muito interessante para trabalhar o tema Corpo Físico.

Desenhar no papel cartão branco ou pardo  um enorme boneco.


Todos devem trabalhar em conjunto construindo um corpo humano com sucatas.


Que nome daremos ao boneco? Que idade terá? Será menino ou menina?
Escrever acima do boneco CORPO: DÁDIVA DIVINA


Durante a confecção do corpo o evangelizador deverá explicar a função dos órgãos ( aproveitar e falar que o fumo prejudica os pulmões, a bebida o fígado...), falar sobre alimentação saudável, prática de exercícios (respeitando o limite do corpo, não se expor a esportes perigosos), hábitos de higiene, falar também sobre o respeito a vida, preservação e segurança física ( não mexer com facas, fogo, álcool...). 
São somente sugestões, fica a critério do evangelizador.

 


Pulmão de sacolas plásticas.
Coração de bola de soprar (bexiga).
Intestinos de lãs coloridas, ou tecidos.
Fígado de tampa marrom.
Ossos de rolinhos de papelão.
Cérebro de algodão.
Olhos e nariz de tampinhas.
 

 

Fonte: http://evangelizacaofluz.blogspot.com.br/2013/02/aula-1-19022013-o-corpo-dadiva-divina.html



domingo, 21 de julho de 2013

A Formiguinha Toc-Toc






Nessa história você pode trabalhar:
* Lei de causa e efeito.
*Não reclamar das dificuldades da vida.
*preconceito perante às diferenças.



Fonte: http://dicasdeevangelizacaoinfantil.blogspot.com.br/2011_03_01_archive.html

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CORPO - Como sou?








 Materiais: papel cartão, barbante e lã de várias cores.


     As crianças adoram!!! 

Muito fácil de fazer. Falar sobre as partes que compõem o nosso corpo físico: nome, funções, movimentos, articulações, cuidados de higiene e saúde. Dialogar sobre a importância de preservar o corpo que é o santuário do espírito.
Cada um irá colocar o cabelo (lã) de acordo com sua característica. Ex: Se meu cabelo é preto, colo a lã preta...


domingo, 26 de maio de 2013

A Margarida Friorenta




 Objetivo: Transparecer que o afeto é mais importante que os bens materiais.


Perguntar: 
Quem sabe o que significa a palavra “friorenta”? 
 Explicar que vamos descobrir a resposta durante a leitura.


A MARGARIDA FRIORENTA
 (Fernanda Lopes de Almeida) 

Era uma vez uma margarida em um jardim.
Quando ficou de noite a margarida começou a tremer.
Ai passou a Borboleta Azul. A borboleta parou de voar.
- P or que você esta tremendo?
- Frio!
- Oh! E horrível ficar com frio! E logo em uma noite tão escura!
A Margarida deu uma espiada na noite. E se encolheu nas suas folhas.
A Borboleta teve uma ideia :
- Espere um pouco! E voou para o quarto de Ana Maria.
-Psiu, acorde!
- Ah? E você, Borboleta? Como vai?
- Eu vou bem. Mas a Margarida vai mal.
- O que é que ela tem?
- Frio coitada!
- Então já sei o remédio. É trazer a Margarida para o meu quarto.
- Vou trazer já. A Borboleta pediu ao cachorro Moleque:
- Você leva esse vaso para o quarto da Ana Maria?
Moleque era muito inteligente e levou o vaso muito bem. Ana Maria abriu a porta para eles.
E deu um biscoito para Moleque.
A Margarida ficou na mesa de cabeceira. Ana Maria se deitou. Mas ouviu um barulhinho.
Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo!
- Que é isso?
- Frio!
- Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho para você.
Ana Maria tirou o casaquinho da boneca. Porque a boneca não estava com frio nenhum. E vestiu o casaquinho na Margarida.
- Agora, você esta bem. Durma e sonhe com os anjos.
Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria.
A Margarida continuou a tremer. Ana Maria acordou com o barulhinho.
- Outra vez? Então já sei. Vou arranjar uma casa para você!
E Ana Maria arranjou uma casa para Margarida.
Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho. Era a Margarida tremendo.
Então Ana Maria descobriu tudo.
Foi lá e deu um beijo na Margarida!!!
A Margarida parou de tremer.
E dormiram muito bem a noite toda.
No dia seguinte Ana Maria disse para a Borboleta Azul:
-Sabe Borboleta? O frio da Margarida não era frio de casaco não!
E a Borboleta respondeu:
- Ah! Entendi!





Após contar a história, fazer uma análise com as crianças sobre o tipo de frio que a margarida estava sentindo, explicando que não era um frio físico mas a falta de carinho, de proteção, de amor, de companhia.





terça-feira, 5 de março de 2013

Reencarnação




Faixa etária: Aula preparada para turma de 05-06 anos.

Objetivo: entender a importância da Reencarnação.

Incentivação: (dramatização feita pela evangelizadora) Evangelizadora grávida arrumando o quarto do futuro bebê (berço, roupinhas, mamadeira, sabonete, toalha, etc).

Desenvolvimento: (diálogo com as crianças).

  • é bom chegar gente nova em casa?
  • como vocês gostariam de ser recebidos?
  • vivência rápida de como cuidar de um bebê.
  • explicar o que significa reencarnar, por quê os Espíritos precisam reencarnar na Terra e a importância de serem bem recebidos.
Fixação: o evangelizador pede que alguém conte como foi a chegada de um novo Espírito na sua casa. 
 
Avaliação: as crianças contam como é a convivência delas com os irmãos mais novos. 

 
Texto de apoio ao Evangelizador  gravuras - fixação

 


Conteúdo mínimo 


*A evolução é uma lei à qual não se pode fugir. É a marcha para o progresso que cada um é compelido a realizar, através do esforço, do trabalho, da perseverança e do otimismo, no combate as imperfeições, em busca das virtudes e com o concurso das vidas sucessivas.

*A evolução espiritual é contínua, não regride nunca, mas pode ser retardada em seu processamento se não se aproveitar bem a oportunidade que Deus concede ao espírito reencarnante.

*Os espíritos podem conserva-se estacionários, mas não retrogradam. Em caso de estacionamento, a punição deles consiste em não avançarem, em recomeçarem as existências mal empregadas no meio conveniente à sua natureza.

*Da purificação do espírito decorre o aperfeiçoamento moral, para os seres que eles constituem quando encarnados. 



DINÂMICA

TROCANDO DE ROUPA
 
MATERIAIS:  Coletes para as crianças em número menor que o número de crianças. 
Disposição do espaço: Delimitamos o lugar de cada colete.
Desenvolvimento: Quandoo evangelizador bater palma, cada criança pega um colete e veste. Como o número de crianças é maior que o número de coletes, algumas ficarão sem vestir (estão no plano espiritual, aguardando uma nova chance). Ninguém sai da brincadeira.

Fontes: 

 O Melhor é Viver em Família – no 8 – páginas 45 a 49, 68 a 70. Série: Evangelização no Lar CELD – RJ-1996 
 http://www.cebatuira.org.br/EvangelizacaoInfantil/evangelizacaoinfantil.html
 http://www.evangelizacaoinfantil.com.br
 http://www.slideshare.net/angelojmb/programa-2010




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O Carnaval



REFLETINDO...

"Não coloques as tuas aspirações nos entretenimentos, viagens, festas e folguedos... Caso te surjam as oportunidades para gozá-los, muito bem, aproveita e constatarás que estes prazeres passam como outras satisfações quaisquer, deixando-te ansioso por novas ocasiões de fruí-los, e assim, incessantemente. Há quem sacrifique o futuro, utilizando-se de empréstimos e prestações com juros extorsivos para viver estas ilusões, que retornam como pesadelos, no momento dos resgates das dívidas. Busca os prazeres simples e duradouros,aqueles que não te perturbam o presente nem te escravizam no futuro." 

Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo Pereira Franco
Livro: "Vida Feliz" Pág.114


OBJETIVO: Chamar a atenção das crianças sobre o verdadeiro lazer, que é ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas.

INTRODUÇÃO:

1. Iniciar com uma conversa com o grupo, da seguinte maneira:

-Devemos trabalhar todo dia?
-Nós temos resistência para trabalhar sem descansar?
-O que podemos fazer quando não estivermos trabalhando ou estudando?

2. Ouvir os comentários e procurar esclarecer de forma acessível:

-O repouso, como o trabalho, é Lei da Natureza;
-Recreação compreende todas as atividades espontâneas, prazerosas e recreadoras, que o indivíduo busca para melhor ocupar seu tempo livre;
-Lazer é o espaço de tempo entre o trabalho e o repouso, isto é, horas disponíveis entre as obrigações diárias e as férias;

3. Após as definições sobre lazer e recreação, pedir às crianças que dêem a sua opinião sobre o carnaval.

- Podemos consider´-lo um lazer?

4. Deixar que todos opinem a respeito. Levá-los a entender que não. Que temos que ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas ao nosso espírito, como:

-Ler um livro;
-Conversar com nossos amigos;
-Ajudar nossa mãe nas tarefas em casa;
-Auxiliar o colega no dever...

5. Explicar que nessa época todo cuidado é pouco, pois os espíritos se ligam a nós através de nossos pensamentos. Se estamos pensando em carnaval  e saímos para a folia, atrairemos para junto de nós espíritos inferiores que também pensam nisso e gostam de estar na bagunça. Espíritos iluminados não participam disso de foma nenhuma! Orai e vigiai!!!

*No link abaixo tem texto e atividades sobre o tema:

http://evangelizacaoinfantil.blogspot.com.br/2012/02/o-carnaval.html



 2º Momento: Falar do prazer em ser útil - A satisfação que nos traz de fazer o bem e ocupar o tempo de maneira produtiva.


QUESTIONAMENTO

  Existem muitas pessoas que fazem trabalho voluntário em hospitais, asilos, orfanatos, escolas, isto é, sem nenhuma remuneração. O que leva essas pessoas a agirem assim?


TEXTO:

AS BOTAS DO CARVOEIRO.

João era um carvoeiro humilde e trabalhador. Morava com sua esposa à beira de um mato, onde fazia o carvão que vendia numa vila próxima.
    Todos os dias, antes mesmo de nascer o sol, o carvoeiro levantava-se, fazia sua prece e dirigia-se para o trabalho, alegre e confiante. À noitinha, regressava ao lar, e quer tivesse sido bem sucedido nas vendas, quer pouco vendesse, novamente elevava o pensamento ao Criador dos mundos e agradecia as graças recebidas durante o dia.
    Certa ocasião, de regresso a casa, João encontrou sua mulher enferma. Pensou, a princípio, que a doença seria passageira, mas, ao contrário do que imaginara, a enfermidade prolongou-se por muitos e muitos dias.
    O bom carvoeiro abandonou então o trabalho e permaneceu ao lado da doente, cuidando-a com dedicação e carinho. Porém, passado algum tempo, verificou, bastante preocupado, que suas economias tinham-se esgotado e que precisaria retornar ao trabalho. Por isso, resolveu ia à vila levar os sacos de carvão que ainda restavam e, assim, conseguir o dinheiro necessário.
    Pronto para sair, com suas roupas pobres, suas botas descoloridas e furadas, suplicou:
    _ Senhor! Meu Deus! Ajuda-me! _ e confiante, saiu ligeiro.
    Depois de ter vencido grande parte do trajeto, já na saída do mato, deparou-se com o obstáculo. O trecho que ele estava por atravessar, encontrava-se pantanoso, pelas constantes chuvas caídas em dias anteriores. João tirou as velhas botas para mais depressa poder passar. Deixou-as perto de uma árvore e, descalço, continuou seu caminho.
    Uma desagradável surpresa, porém, aguardava o bom carvoeiro: estava fechado o único depósito que lhe comprava o carvão. “Que teria acontecido?”, pensou. “E agora? Que fazer, meu Deus?”
    E voltou, triste e cansado, mas ainda confiante. Caminhando, pronunciava baixinho:
    _Meu Deus! Meu Deus! Seja feita a tua vontade! _Não há remédio. Não há alimento.
    Enquanto João voltava com mil pensamentos a fervilharem na mente, um professor fazia uma excursão ao mato, com os alunos. Os meninos se sentiam felizes; corriam daqui para ali, quando um deles tropeçou nas velhas botas do carvoeiro. Quando verificaram o motivo, disse um deles:
    _Quem será o dono?
    E alguém propôs:
    _Vamos escondê-las?
    _Vamos! _respondeu outro. Vamos escondê-las para vermos como fica o dono quando a procurar.
    _É mesmo! _ disseram todos em conjunto.
    O professor, vendo os meninos tão interessados, aproximou-se e perguntou:
    _Que está acontecendo?
    _Encontramos estas botas e vamos escondê-las! _foi a resposta de um dos alunos.
    _Filhos..._falou o professor. _Estas botas bem demonstram que seu dono é um homem pobre. Que desapontado ficará se, buscando suas únicas botas, tiver de procurá-las ainda. Já pensaram vocês no cansaço que deve estar e na pressa que terá para chegar em casa, a fim de levar o pão para a família?
    _É mesmo! _disseram, já arrependidos.
    _Tenho uma idéia! Vamos colocar alguma coisa dentro das botas _disse um menino.
    _Boa idéia! _atalhou, depressa, o professor. E, metendo as mãos nos bolsos tirou algumas moedas, entregando-as aos meninos para que se pusessem dentro das botas.
    _Eu também tenho aqui uma moeda _falou um dos alunos.
    _Vou colocá-la também.
    _Tenho dez reais! _ exclamou um terceiro.
    E, assim, todos, entusiasmados, retiraram dos bolsos algum dinheiro, atirando-o dentro das botas que colocaram, em seguida, no lugar de onde as tinham encontrado.
    _Muito bem, agora vamos embora _disse o professor.
    _Não, professor, não vamos embora. Eu quero ver a cara com que vai ficar o dono destas botas _ falou um dos meninos.
    _Vamos nos esconder? _sugeriu outro _O homem não deve demorar.
    E todos se esconderam numas moitas próximas, na expectativa de ver o que aconteceria. Passados alguns instantes divisaram, ao longe, um vulto.
    _Lá vem ele! _ cochichavam _apertando-se mais uns contra os outros.
    João foi olhando de um lado para o outro, como não lembrando bem onde deixara as botas. Localizando-as, sentou-se e, distraidamente, calçou uma delas. De repente, parou.
    _Que é isto?!
    E virando a bota sacudiu-a caindo de dentro as moedas. Imediatamente, pegou a outra e a sacudiu também.
    _Mais dinheiro! _ exclamou num sussurro.
    O bom carvoeiro, meio confuso, olhava ora para um lado, ora para outro. Depois, como percebendo o que acontecera, ergueu-se e, com voz trêmula pela emoção, entre lágrimas, proferiu:
    _Senhor! Benditas as mãos das quais Te serviste! Obrigado, meu Deus! Obrigado!
    Guardando o dinheiro no bolso, João calçou depressa as botas e afastou-se apressado.
    Os meninos que assistiam à cena, estavam comovidos. Quando o carvoeiro desapareceu, saíram devagarinho, um a um, e juntamente com o professor, trataram de regressar às suas casas.

 

FIXAÇÃO: O que você colocaria na bota?

Confeccionar uma bota de cartolina. Pedir que as crianças escrevam o que elas fariam, dentro de suas possibilidades, para ajudar o carvoeiro. A seguir, pedir que coloquem o papel escrito dentro da bota. Chamar uma a uma para lerem as sugestões de ajuda.

DRAMATIZAÇÃO

Pedir que as crianças dramatizem a situação descrita e também a maneira para solucionar o problema.

*Um colega de classe faltou no dia da explicação de uma matéria nova e agora não consegue resolver a lição.

OBS: Sugerir outra situação de acordo com a realidade da turma.


Fontes: 
Evangelização Infanto-Juvenil de 10 a 11 anos - Intermediário A.
O Melhor é Viver em Família - Série Evangelização no Lar - Vol 2.