domingo, 30 de março de 2014
domingo, 21 de julho de 2013
A Formiguinha Toc-Toc
Nessa história você pode trabalhar:
* Lei de causa e efeito.
*Não reclamar das dificuldades da vida.
*preconceito perante às diferenças.
Fonte: http://dicasdeevangelizacaoinfantil.blogspot.com.br/2011_03_01_archive.html
quinta-feira, 30 de maio de 2013
CORPO - Como sou?
Materiais: papel cartão, barbante e lã de várias cores.
As crianças adoram!!!
Muito fácil de fazer. Falar sobre as partes que compõem o nosso corpo físico: nome, funções, movimentos, articulações, cuidados de higiene e saúde. Dialogar sobre a importância de preservar o corpo que é o santuário do espírito.
Cada um irá colocar o cabelo (lã) de acordo com sua característica. Ex: Se meu cabelo é preto, colo a lã preta...
domingo, 26 de maio de 2013
A Margarida Friorenta
Objetivo:
Transparecer que o afeto é
mais importante que os bens materiais.
Perguntar:
Quem sabe o que significa a palavra “friorenta”?
Explicar que vamos descobrir a resposta durante a leitura.
A MARGARIDA FRIORENTA
(Fernanda Lopes de Almeida)
Era uma vez uma margarida em um jardim.
Quando ficou de noite a margarida começou a tremer.
Ai passou a Borboleta Azul. A borboleta parou de voar.
- P or que você esta tremendo?
- Frio!
- Oh! E horrível ficar com frio! E logo em uma noite tão escura!
A Margarida deu uma espiada na noite. E se encolheu nas suas folhas.
A Borboleta teve uma ideia :
- Espere um pouco! E voou para o quarto de Ana Maria.
-Psiu, acorde!
- Ah? E você, Borboleta? Como vai?
- Eu vou bem. Mas a Margarida vai mal.
- O que é que ela tem?
- Frio coitada!
- Então já sei o remédio. É trazer a Margarida para o meu quarto.
- Vou trazer já. A Borboleta pediu ao cachorro Moleque:
- Você leva esse vaso para o quarto da Ana Maria?
Moleque era muito inteligente e levou o vaso muito bem. Ana Maria abriu a porta para eles.
E deu um biscoito para Moleque.
A Margarida ficou na mesa de cabeceira. Ana Maria se deitou. Mas ouviu um barulhinho.
Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo!
- Que é isso?
- Frio!
- Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho para você.
Ana Maria tirou o casaquinho da boneca. Porque a boneca não estava com frio nenhum. E vestiu o casaquinho na Margarida.
- Agora, você esta bem. Durma e sonhe com os anjos.
Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria.
A Margarida continuou a tremer. Ana Maria acordou com o barulhinho.
- Outra vez? Então já sei. Vou arranjar uma casa para você!
E Ana Maria arranjou uma casa para Margarida.
Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho. Era a Margarida tremendo.
Então Ana Maria descobriu tudo.
Foi lá e deu um beijo na Margarida!!!
A Margarida parou de tremer.
E dormiram muito bem a noite toda.
No dia seguinte Ana Maria disse para a Borboleta Azul:
-Sabe Borboleta? O frio da Margarida não era frio de casaco não!
E a Borboleta respondeu:
- Ah! Entendi!
Após contar a história, fazer uma análise com as crianças sobre o
tipo de frio que a margarida estava sentindo, explicando que não era um
frio físico mas a falta de carinho, de proteção, de amor, de companhia.
terça-feira, 5 de março de 2013
Reencarnação
Faixa etária: Aula preparada para turma de 05-06 anos.
Objetivo: entender a importância da Reencarnação.
Incentivação: (dramatização feita pela evangelizadora) Evangelizadora grávida arrumando o quarto do futuro bebê (berço, roupinhas, mamadeira, sabonete, toalha, etc).
Desenvolvimento: (diálogo com as crianças).
- é bom chegar gente nova em casa?
- como vocês gostariam de ser recebidos?
- vivência rápida de como cuidar de um bebê.
- explicar o que significa reencarnar, por quê os Espíritos precisam reencarnar na Terra e a importância de serem bem recebidos.
Avaliação: as crianças contam como é a convivência delas com os irmãos mais novos.
Texto de apoio ao Evangelizador
gravuras - fixação
Conteúdo mínimo
*A evolução é uma lei à qual não se pode fugir. É a marcha para o progresso que cada um é compelido a realizar, através do esforço, do trabalho, da perseverança e do otimismo, no combate as imperfeições, em busca das virtudes e com o concurso das vidas sucessivas.
*A evolução espiritual é contínua, não regride nunca, mas pode ser retardada em seu processamento se não se aproveitar bem a oportunidade que Deus concede ao espírito reencarnante.
*Os espíritos podem conserva-se estacionários, mas não retrogradam. Em caso de estacionamento, a punição deles consiste em não avançarem, em recomeçarem as existências mal empregadas no meio conveniente à sua natureza.
*Da purificação do espírito decorre o aperfeiçoamento moral, para os seres que eles constituem quando encarnados.
DINÂMICA
TROCANDO DE ROUPA
MATERIAIS: Coletes para as crianças em número menor que o número de crianças.
Disposição do espaço: Delimitamos o lugar de cada colete.
Desenvolvimento: Quandoo evangelizador bater palma, cada criança
pega um colete e veste. Como o número de crianças é maior que o número
de coletes, algumas ficarão sem vestir (estão no plano espiritual,
aguardando uma nova chance). Ninguém sai da brincadeira.
Fontes:
O Melhor é Viver em Família – no 8 – páginas 45 a 49, 68 a 70. Série: Evangelização no Lar CELD – RJ-1996
http://www.cebatuira.org.br/EvangelizacaoInfantil/evangelizacaoinfantil.html
http://www.evangelizacaoinfantil.com.br
http://www.slideshare.net/angelojmb/programa-2010
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
O Carnaval
REFLETINDO...
"Não coloques as tuas aspirações nos entretenimentos, viagens, festas e
folguedos...
Caso te surjam as oportunidades para gozá-los, muito bem, aproveita e
constatarás que estes prazeres passam como outras satisfações quaisquer,
deixando-te ansioso por novas ocasiões de fruí-los, e assim,
incessantemente.
Há quem sacrifique o futuro, utilizando-se de empréstimos e prestações
com juros extorsivos para viver estas ilusões, que retornam como
pesadelos, no momento dos resgates das dívidas.
Busca os prazeres simples e duradouros,aqueles que não te perturbam o
presente nem te escravizam no futuro."
Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo Pereira Franco
Livro: "Vida Feliz" Pág.114
OBJETIVO: Chamar a atenção das crianças sobre o verdadeiro lazer, que é ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas.
INTRODUÇÃO:
1. Iniciar com uma conversa com o grupo, da seguinte maneira:
-Devemos trabalhar todo dia?
-Nós temos resistência para trabalhar sem descansar?
-O que podemos fazer quando não estivermos trabalhando ou estudando?
2. Ouvir os comentários e procurar esclarecer de forma acessível:
-O repouso, como o trabalho, é Lei da Natureza;
-Recreação compreende todas as atividades espontâneas, prazerosas e recreadoras, que o indivíduo busca para melhor ocupar seu tempo livre;
-Lazer é o espaço de tempo entre o trabalho e o repouso, isto é, horas disponíveis entre as obrigações diárias e as férias;
3. Após as definições sobre lazer e recreação, pedir às crianças que dêem a sua opinião sobre o carnaval.
- Podemos consider´-lo um lazer?
4. Deixar que todos opinem a respeito. Levá-los a entender que não. Que temos que ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas ao nosso espírito, como:
-Ler um livro;
-Conversar com nossos amigos;
-Ajudar nossa mãe nas tarefas em casa;
-Auxiliar o colega no dever...
5. Explicar que nessa época todo cuidado é pouco, pois os espíritos se ligam a nós através de nossos pensamentos. Se estamos pensando em carnaval e saímos para a folia, atrairemos para junto de nós espíritos inferiores que também pensam nisso e gostam de estar na bagunça. Espíritos iluminados não participam disso de foma nenhuma! Orai e vigiai!!!
*No link abaixo tem texto e atividades sobre o tema:
http://evangelizacaoinfantil.blogspot.com.br/2012/02/o-carnaval.html
2º Momento: Falar do prazer em ser útil - A satisfação que nos traz de fazer o bem e ocupar o tempo de maneira produtiva.
QUESTIONAMENTO
Existem muitas pessoas que fazem trabalho voluntário em hospitais, asilos, orfanatos, escolas, isto é, sem nenhuma remuneração. O que leva essas pessoas a agirem assim?
TEXTO:
AS BOTAS DO CARVOEIRO.
João
era um carvoeiro humilde e trabalhador. Morava com sua esposa à beira
de um mato, onde fazia o carvão que vendia numa vila próxima.
Todos os dias, antes mesmo de nascer o sol, o carvoeiro levantava-se,
fazia sua prece e dirigia-se para o trabalho, alegre e confiante. À
noitinha, regressava ao lar, e quer tivesse sido bem sucedido nas
vendas, quer pouco vendesse, novamente elevava o pensamento ao Criador
dos mundos e agradecia as graças recebidas durante o dia.
Certa ocasião, de regresso a casa, João encontrou sua mulher enferma.
Pensou, a princípio, que a doença seria passageira, mas, ao contrário do
que imaginara, a enfermidade prolongou-se por muitos e muitos dias.
O bom carvoeiro abandonou então o trabalho e permaneceu ao lado da
doente, cuidando-a com dedicação e carinho. Porém, passado algum tempo,
verificou, bastante preocupado, que suas economias tinham-se esgotado e
que precisaria retornar ao trabalho. Por isso, resolveu ia à vila levar
os sacos de carvão que ainda restavam e, assim, conseguir o dinheiro
necessário.
Pronto para sair, com suas roupas pobres, suas botas descoloridas e furadas, suplicou:
_ Senhor! Meu Deus! Ajuda-me! _ e confiante, saiu ligeiro.
Depois de ter vencido grande parte do trajeto, já na saída do mato,
deparou-se com o obstáculo. O trecho que ele estava por atravessar,
encontrava-se pantanoso, pelas constantes chuvas caídas em dias
anteriores. João tirou as velhas botas para mais depressa poder passar.
Deixou-as perto de uma árvore e, descalço, continuou seu caminho.
Uma desagradável surpresa, porém, aguardava o bom carvoeiro: estava
fechado o único depósito que lhe comprava o carvão. “Que teria
acontecido?”, pensou. “E agora? Que fazer, meu Deus?”
E voltou, triste e cansado, mas ainda confiante. Caminhando, pronunciava baixinho:
_Meu Deus! Meu Deus! Seja feita a tua vontade! _Não há remédio. Não há alimento.
Enquanto João voltava com mil pensamentos a fervilharem na mente, um
professor fazia uma excursão ao mato, com os alunos. Os meninos se
sentiam felizes; corriam daqui para ali, quando um deles tropeçou nas
velhas botas do carvoeiro. Quando verificaram o motivo, disse um deles:
_Quem será o dono?
E alguém propôs:
_Vamos escondê-las?
_Vamos! _respondeu outro. Vamos escondê-las para vermos como fica o dono quando a procurar.
_É mesmo! _ disseram todos em conjunto.
O professor, vendo os meninos tão interessados, aproximou-se e perguntou:
_Que está acontecendo?
_Encontramos estas botas e vamos escondê-las! _foi a resposta de um dos alunos.
_Filhos..._falou o professor. _Estas botas bem demonstram que seu dono é
um homem pobre. Que desapontado ficará se, buscando suas únicas botas,
tiver de procurá-las ainda. Já pensaram vocês no cansaço que deve estar e
na pressa que terá para chegar em casa, a fim de levar o pão para a
família?
_É mesmo! _disseram, já arrependidos.
_Tenho uma idéia! Vamos colocar alguma coisa dentro das botas _disse um menino.
_Boa idéia! _atalhou, depressa, o professor. E, metendo as mãos nos
bolsos tirou algumas moedas, entregando-as aos meninos para que se
pusessem dentro das botas.
_Eu também tenho aqui uma moeda _falou um dos alunos.
_Vou colocá-la também.
_Tenho dez reais! _ exclamou um terceiro.
E, assim, todos, entusiasmados, retiraram dos bolsos algum dinheiro,
atirando-o dentro das botas que colocaram, em seguida, no lugar de onde
as tinham encontrado.
_Muito bem, agora vamos embora _disse o professor.
_Não, professor, não vamos embora. Eu quero ver a cara com que vai ficar o dono destas botas _ falou um dos meninos.
_Vamos nos esconder? _sugeriu outro _O homem não deve demorar.
E todos se esconderam numas moitas próximas, na expectativa de ver o
que aconteceria. Passados alguns instantes divisaram, ao longe, um
vulto.
_Lá vem ele! _ cochichavam _apertando-se mais uns contra os outros.
João foi olhando de um lado para o outro, como não lembrando bem onde
deixara as botas. Localizando-as, sentou-se e, distraidamente, calçou
uma delas. De repente, parou.
_Que é isto?!
E virando a bota sacudiu-a caindo de dentro as moedas. Imediatamente, pegou a outra e a sacudiu também.
_Mais dinheiro! _ exclamou num sussurro.
O bom carvoeiro, meio confuso, olhava ora para um lado, ora para outro.
Depois, como percebendo o que acontecera, ergueu-se e, com voz trêmula
pela emoção, entre lágrimas, proferiu:
_Senhor! Benditas as mãos das quais Te serviste! Obrigado, meu Deus! Obrigado!
Guardando o dinheiro no bolso, João calçou depressa as botas e afastou-se apressado.
Os meninos que assistiam à cena, estavam comovidos. Quando o carvoeiro
desapareceu, saíram devagarinho, um a um, e juntamente com o professor,
trataram de regressar às suas casas.
FIXAÇÃO: O que você colocaria na bota?
Confeccionar uma bota de cartolina. Pedir que as crianças escrevam o que elas fariam, dentro de suas possibilidades, para ajudar o carvoeiro. A seguir, pedir que coloquem o papel escrito dentro da bota. Chamar uma a uma para lerem as sugestões de ajuda.
DRAMATIZAÇÃO
Pedir que as crianças dramatizem a situação descrita e também a maneira para solucionar o problema.
*Um colega de classe faltou no dia da explicação de uma matéria nova e agora não consegue resolver a lição.
OBS: Sugerir outra situação de acordo com a realidade da turma.
Fontes:
Evangelização Infanto-Juvenil de 10 a 11 anos - Intermediário A.
O Melhor é Viver em Família - Série Evangelização no Lar - Vol 2.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
REENCARNAÇÃO
TEMA/CONTEÚDO:
Apresentar os princípios da Doutrina Espírita.
MOTIVAÇÃO INICIAL:
Levar uns cubos de gelo no isopor. Colocar alguns deles num copo transparente e perguntar às crianças, o que acontecerá. Muitas delas responderão que o gelo vai derreter e virar água. Aproveitar o momento e dizer que houve uma transformação. Apesar de o gelo ter um formato, temperatura, consistência e cor diferentes, ele é a mesma água que está no copo. Algo semelhante ocorre com as pessoas, pois são Espíritos que reencarnam em corpos diferentes.
História: Lindaura, a lagarta.
Era um dia frio, caía do céu uma chuva fina que parecia deixar mais triste o estado da nossa amiga Lindaura. Ela era uma lagarta que morava dentro de uma árvore. Sua casa era uma beleza, mas Lindaura dizia para sua amiga, uma lagarta muito meiga e delicada:
_ Ai! estou muito triste!
_Por que, Lindaura? Disse sua amiga.
_Está chegando a minha hora, terei que tecer um casulo e ali permanecer fechada.
_Por que todo esse medo?
_Não sei como é ficar dentro de um casulo durante tanto tempo e depois terei que deixar todas as minhas coisas, minha casinha que cuido com tanto carinho, não vou mais ter esse corpo. É meu fim, morrerei para sempre.
_Aí que bobagem, Lindaura. Você não irá morrer, continuará pensando, respirando da mesma forma, só ocorrerá uma transformação.
Alguns dias se passaram, Lindaura e sua amiga despediram-se e foram para um galho da árvore começar a tecer o seu próprio casulo. Ficaram ali dias e dias.
Num dia ensolarado, seu casulo começou a se romper e assim aos poucos foi se quebrando, logo o outro também se quebou e saíram duas lindas borboletas que voaram pelo céu azul. Lindaura sentindo o gosto da liberdade, bateu suas asas alegremente sorrindo e disse a sua amiga:
_Você tinha razão, eu não devia ter me entristecido muito, afinal eu não morri. Foi somente nascer de novo para uma nova vida. Agradeço a Deus por todas as oportunidades dadas, principalmente por eu estar aqui vivendo esse momento tão belo!
_É Lindaura, como diz o seu nome, você está linda mesmo!
E as duas maravilhosas borboletas saíram voando pelo céu azul, encantando a todos com a beleza e enfeitando a paisagem da floresta.
Muito legal! A lagarta feita de caixa de ovo.
Essa é de copinhos descartáveis de café e lã.
Fonte:
https://picasaweb.google.com/105030595000179023512/OCORPOEOESPIRITOLINDAURAALAGARTAJARDIM
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