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quinta-feira, 30 de maio de 2013

CORPO - Como sou?








 Materiais: papel cartão, barbante e lã de várias cores.


     As crianças adoram!!! 

Muito fácil de fazer. Falar sobre as partes que compõem o nosso corpo físico: nome, funções, movimentos, articulações, cuidados de higiene e saúde. Dialogar sobre a importância de preservar o corpo que é o santuário do espírito.
Cada um irá colocar o cabelo (lã) de acordo com sua característica. Ex: Se meu cabelo é preto, colo a lã preta...


domingo, 26 de maio de 2013

A Margarida Friorenta




 Objetivo: Transparecer que o afeto é mais importante que os bens materiais.


Perguntar: 
Quem sabe o que significa a palavra “friorenta”? 
 Explicar que vamos descobrir a resposta durante a leitura.


A MARGARIDA FRIORENTA
 (Fernanda Lopes de Almeida) 

Era uma vez uma margarida em um jardim.
Quando ficou de noite a margarida começou a tremer.
Ai passou a Borboleta Azul. A borboleta parou de voar.
- P or que você esta tremendo?
- Frio!
- Oh! E horrível ficar com frio! E logo em uma noite tão escura!
A Margarida deu uma espiada na noite. E se encolheu nas suas folhas.
A Borboleta teve uma ideia :
- Espere um pouco! E voou para o quarto de Ana Maria.
-Psiu, acorde!
- Ah? E você, Borboleta? Como vai?
- Eu vou bem. Mas a Margarida vai mal.
- O que é que ela tem?
- Frio coitada!
- Então já sei o remédio. É trazer a Margarida para o meu quarto.
- Vou trazer já. A Borboleta pediu ao cachorro Moleque:
- Você leva esse vaso para o quarto da Ana Maria?
Moleque era muito inteligente e levou o vaso muito bem. Ana Maria abriu a porta para eles.
E deu um biscoito para Moleque.
A Margarida ficou na mesa de cabeceira. Ana Maria se deitou. Mas ouviu um barulhinho.
Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo!
- Que é isso?
- Frio!
- Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho para você.
Ana Maria tirou o casaquinho da boneca. Porque a boneca não estava com frio nenhum. E vestiu o casaquinho na Margarida.
- Agora, você esta bem. Durma e sonhe com os anjos.
Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria.
A Margarida continuou a tremer. Ana Maria acordou com o barulhinho.
- Outra vez? Então já sei. Vou arranjar uma casa para você!
E Ana Maria arranjou uma casa para Margarida.
Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho. Era a Margarida tremendo.
Então Ana Maria descobriu tudo.
Foi lá e deu um beijo na Margarida!!!
A Margarida parou de tremer.
E dormiram muito bem a noite toda.
No dia seguinte Ana Maria disse para a Borboleta Azul:
-Sabe Borboleta? O frio da Margarida não era frio de casaco não!
E a Borboleta respondeu:
- Ah! Entendi!





Após contar a história, fazer uma análise com as crianças sobre o tipo de frio que a margarida estava sentindo, explicando que não era um frio físico mas a falta de carinho, de proteção, de amor, de companhia.





terça-feira, 5 de março de 2013

Reencarnação




Faixa etária: Aula preparada para turma de 05-06 anos.

Objetivo: entender a importância da Reencarnação.

Incentivação: (dramatização feita pela evangelizadora) Evangelizadora grávida arrumando o quarto do futuro bebê (berço, roupinhas, mamadeira, sabonete, toalha, etc).

Desenvolvimento: (diálogo com as crianças).

  • é bom chegar gente nova em casa?
  • como vocês gostariam de ser recebidos?
  • vivência rápida de como cuidar de um bebê.
  • explicar o que significa reencarnar, por quê os Espíritos precisam reencarnar na Terra e a importância de serem bem recebidos.
Fixação: o evangelizador pede que alguém conte como foi a chegada de um novo Espírito na sua casa. 
 
Avaliação: as crianças contam como é a convivência delas com os irmãos mais novos. 

 
Texto de apoio ao Evangelizador  gravuras - fixação

 


Conteúdo mínimo 


*A evolução é uma lei à qual não se pode fugir. É a marcha para o progresso que cada um é compelido a realizar, através do esforço, do trabalho, da perseverança e do otimismo, no combate as imperfeições, em busca das virtudes e com o concurso das vidas sucessivas.

*A evolução espiritual é contínua, não regride nunca, mas pode ser retardada em seu processamento se não se aproveitar bem a oportunidade que Deus concede ao espírito reencarnante.

*Os espíritos podem conserva-se estacionários, mas não retrogradam. Em caso de estacionamento, a punição deles consiste em não avançarem, em recomeçarem as existências mal empregadas no meio conveniente à sua natureza.

*Da purificação do espírito decorre o aperfeiçoamento moral, para os seres que eles constituem quando encarnados. 



DINÂMICA

TROCANDO DE ROUPA
 
MATERIAIS:  Coletes para as crianças em número menor que o número de crianças. 
Disposição do espaço: Delimitamos o lugar de cada colete.
Desenvolvimento: Quandoo evangelizador bater palma, cada criança pega um colete e veste. Como o número de crianças é maior que o número de coletes, algumas ficarão sem vestir (estão no plano espiritual, aguardando uma nova chance). Ninguém sai da brincadeira.

Fontes: 

 O Melhor é Viver em Família – no 8 – páginas 45 a 49, 68 a 70. Série: Evangelização no Lar CELD – RJ-1996 
 http://www.cebatuira.org.br/EvangelizacaoInfantil/evangelizacaoinfantil.html
 http://www.evangelizacaoinfantil.com.br
 http://www.slideshare.net/angelojmb/programa-2010




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O Carnaval



REFLETINDO...

"Não coloques as tuas aspirações nos entretenimentos, viagens, festas e folguedos... Caso te surjam as oportunidades para gozá-los, muito bem, aproveita e constatarás que estes prazeres passam como outras satisfações quaisquer, deixando-te ansioso por novas ocasiões de fruí-los, e assim, incessantemente. Há quem sacrifique o futuro, utilizando-se de empréstimos e prestações com juros extorsivos para viver estas ilusões, que retornam como pesadelos, no momento dos resgates das dívidas. Busca os prazeres simples e duradouros,aqueles que não te perturbam o presente nem te escravizam no futuro." 

Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo Pereira Franco
Livro: "Vida Feliz" Pág.114


OBJETIVO: Chamar a atenção das crianças sobre o verdadeiro lazer, que é ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas.

INTRODUÇÃO:

1. Iniciar com uma conversa com o grupo, da seguinte maneira:

-Devemos trabalhar todo dia?
-Nós temos resistência para trabalhar sem descansar?
-O que podemos fazer quando não estivermos trabalhando ou estudando?

2. Ouvir os comentários e procurar esclarecer de forma acessível:

-O repouso, como o trabalho, é Lei da Natureza;
-Recreação compreende todas as atividades espontâneas, prazerosas e recreadoras, que o indivíduo busca para melhor ocupar seu tempo livre;
-Lazer é o espaço de tempo entre o trabalho e o repouso, isto é, horas disponíveis entre as obrigações diárias e as férias;

3. Após as definições sobre lazer e recreação, pedir às crianças que dêem a sua opinião sobre o carnaval.

- Podemos consider´-lo um lazer?

4. Deixar que todos opinem a respeito. Levá-los a entender que não. Que temos que ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas ao nosso espírito, como:

-Ler um livro;
-Conversar com nossos amigos;
-Ajudar nossa mãe nas tarefas em casa;
-Auxiliar o colega no dever...

5. Explicar que nessa época todo cuidado é pouco, pois os espíritos se ligam a nós através de nossos pensamentos. Se estamos pensando em carnaval  e saímos para a folia, atrairemos para junto de nós espíritos inferiores que também pensam nisso e gostam de estar na bagunça. Espíritos iluminados não participam disso de foma nenhuma! Orai e vigiai!!!

*No link abaixo tem texto e atividades sobre o tema:

http://evangelizacaoinfantil.blogspot.com.br/2012/02/o-carnaval.html



 2º Momento: Falar do prazer em ser útil - A satisfação que nos traz de fazer o bem e ocupar o tempo de maneira produtiva.


QUESTIONAMENTO

  Existem muitas pessoas que fazem trabalho voluntário em hospitais, asilos, orfanatos, escolas, isto é, sem nenhuma remuneração. O que leva essas pessoas a agirem assim?


TEXTO:

AS BOTAS DO CARVOEIRO.

João era um carvoeiro humilde e trabalhador. Morava com sua esposa à beira de um mato, onde fazia o carvão que vendia numa vila próxima.
    Todos os dias, antes mesmo de nascer o sol, o carvoeiro levantava-se, fazia sua prece e dirigia-se para o trabalho, alegre e confiante. À noitinha, regressava ao lar, e quer tivesse sido bem sucedido nas vendas, quer pouco vendesse, novamente elevava o pensamento ao Criador dos mundos e agradecia as graças recebidas durante o dia.
    Certa ocasião, de regresso a casa, João encontrou sua mulher enferma. Pensou, a princípio, que a doença seria passageira, mas, ao contrário do que imaginara, a enfermidade prolongou-se por muitos e muitos dias.
    O bom carvoeiro abandonou então o trabalho e permaneceu ao lado da doente, cuidando-a com dedicação e carinho. Porém, passado algum tempo, verificou, bastante preocupado, que suas economias tinham-se esgotado e que precisaria retornar ao trabalho. Por isso, resolveu ia à vila levar os sacos de carvão que ainda restavam e, assim, conseguir o dinheiro necessário.
    Pronto para sair, com suas roupas pobres, suas botas descoloridas e furadas, suplicou:
    _ Senhor! Meu Deus! Ajuda-me! _ e confiante, saiu ligeiro.
    Depois de ter vencido grande parte do trajeto, já na saída do mato, deparou-se com o obstáculo. O trecho que ele estava por atravessar, encontrava-se pantanoso, pelas constantes chuvas caídas em dias anteriores. João tirou as velhas botas para mais depressa poder passar. Deixou-as perto de uma árvore e, descalço, continuou seu caminho.
    Uma desagradável surpresa, porém, aguardava o bom carvoeiro: estava fechado o único depósito que lhe comprava o carvão. “Que teria acontecido?”, pensou. “E agora? Que fazer, meu Deus?”
    E voltou, triste e cansado, mas ainda confiante. Caminhando, pronunciava baixinho:
    _Meu Deus! Meu Deus! Seja feita a tua vontade! _Não há remédio. Não há alimento.
    Enquanto João voltava com mil pensamentos a fervilharem na mente, um professor fazia uma excursão ao mato, com os alunos. Os meninos se sentiam felizes; corriam daqui para ali, quando um deles tropeçou nas velhas botas do carvoeiro. Quando verificaram o motivo, disse um deles:
    _Quem será o dono?
    E alguém propôs:
    _Vamos escondê-las?
    _Vamos! _respondeu outro. Vamos escondê-las para vermos como fica o dono quando a procurar.
    _É mesmo! _ disseram todos em conjunto.
    O professor, vendo os meninos tão interessados, aproximou-se e perguntou:
    _Que está acontecendo?
    _Encontramos estas botas e vamos escondê-las! _foi a resposta de um dos alunos.
    _Filhos..._falou o professor. _Estas botas bem demonstram que seu dono é um homem pobre. Que desapontado ficará se, buscando suas únicas botas, tiver de procurá-las ainda. Já pensaram vocês no cansaço que deve estar e na pressa que terá para chegar em casa, a fim de levar o pão para a família?
    _É mesmo! _disseram, já arrependidos.
    _Tenho uma idéia! Vamos colocar alguma coisa dentro das botas _disse um menino.
    _Boa idéia! _atalhou, depressa, o professor. E, metendo as mãos nos bolsos tirou algumas moedas, entregando-as aos meninos para que se pusessem dentro das botas.
    _Eu também tenho aqui uma moeda _falou um dos alunos.
    _Vou colocá-la também.
    _Tenho dez reais! _ exclamou um terceiro.
    E, assim, todos, entusiasmados, retiraram dos bolsos algum dinheiro, atirando-o dentro das botas que colocaram, em seguida, no lugar de onde as tinham encontrado.
    _Muito bem, agora vamos embora _disse o professor.
    _Não, professor, não vamos embora. Eu quero ver a cara com que vai ficar o dono destas botas _ falou um dos meninos.
    _Vamos nos esconder? _sugeriu outro _O homem não deve demorar.
    E todos se esconderam numas moitas próximas, na expectativa de ver o que aconteceria. Passados alguns instantes divisaram, ao longe, um vulto.
    _Lá vem ele! _ cochichavam _apertando-se mais uns contra os outros.
    João foi olhando de um lado para o outro, como não lembrando bem onde deixara as botas. Localizando-as, sentou-se e, distraidamente, calçou uma delas. De repente, parou.
    _Que é isto?!
    E virando a bota sacudiu-a caindo de dentro as moedas. Imediatamente, pegou a outra e a sacudiu também.
    _Mais dinheiro! _ exclamou num sussurro.
    O bom carvoeiro, meio confuso, olhava ora para um lado, ora para outro. Depois, como percebendo o que acontecera, ergueu-se e, com voz trêmula pela emoção, entre lágrimas, proferiu:
    _Senhor! Benditas as mãos das quais Te serviste! Obrigado, meu Deus! Obrigado!
    Guardando o dinheiro no bolso, João calçou depressa as botas e afastou-se apressado.
    Os meninos que assistiam à cena, estavam comovidos. Quando o carvoeiro desapareceu, saíram devagarinho, um a um, e juntamente com o professor, trataram de regressar às suas casas.

 

FIXAÇÃO: O que você colocaria na bota?

Confeccionar uma bota de cartolina. Pedir que as crianças escrevam o que elas fariam, dentro de suas possibilidades, para ajudar o carvoeiro. A seguir, pedir que coloquem o papel escrito dentro da bota. Chamar uma a uma para lerem as sugestões de ajuda.

DRAMATIZAÇÃO

Pedir que as crianças dramatizem a situação descrita e também a maneira para solucionar o problema.

*Um colega de classe faltou no dia da explicação de uma matéria nova e agora não consegue resolver a lição.

OBS: Sugerir outra situação de acordo com a realidade da turma.


Fontes: 
Evangelização Infanto-Juvenil de 10 a 11 anos - Intermediário A.
O Melhor é Viver em Família - Série Evangelização no Lar - Vol 2.



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

REENCARNAÇÃO




TEMA/CONTEÚDO:  
    Apresentar os princípios da Doutrina Espírita.


MOTIVAÇÃO INICIAL:
    Levar uns cubos de gelo no isopor. Colocar alguns deles num copo transparente e perguntar às crianças, o que acontecerá. Muitas delas responderão que o gelo vai derreter e virar água. Aproveitar o momento e dizer que houve uma transformação. Apesar de o gelo ter um formato, temperatura, consistência e cor diferentes, ele é a mesma água que está no copo. Algo semelhante ocorre com as pessoas, pois são Espíritos que reencarnam em corpos diferentes.


História: Lindaura, a lagarta.

    Era um dia frio, caía do céu uma chuva fina que parecia deixar mais triste o estado da nossa amiga Lindaura. Ela era uma lagarta que morava dentro de uma árvore. Sua casa era uma beleza, mas Lindaura dizia para sua amiga, uma lagarta muito meiga e delicada:
    _ Ai! estou muito triste!
    _Por que, Lindaura? Disse sua amiga.
    _Está chegando a minha hora, terei que tecer um casulo e ali permanecer fechada.
    _Por que todo esse medo?
    _Não sei como é ficar dentro de um casulo durante tanto tempo e depois terei que deixar todas as minhas coisas, minha casinha que cuido com tanto carinho, não vou mais ter esse corpo. É meu fim, morrerei para sempre.
    _Aí que bobagem, Lindaura. Você não irá morrer, continuará pensando, respirando da mesma forma, só ocorrerá uma transformação.
      Alguns dias se passaram, Lindaura e sua amiga despediram-se e foram para um galho da árvore começar a tecer o seu próprio casulo. Ficaram ali dias e dias.
     Num dia ensolarado, seu casulo começou a se romper e assim aos poucos foi se quebrando, logo o outro também se quebou e saíram duas lindas borboletas que voaram pelo céu azul. Lindaura sentindo o gosto da liberdade, bateu suas asas alegremente sorrindo e disse a sua amiga:
    _Você tinha razão, eu não devia ter me entristecido muito, afinal eu não morri. Foi somente nascer de novo para uma nova vida. Agradeço a Deus por todas as oportunidades dadas, principalmente por eu estar aqui vivendo esse momento tão belo!
    _É Lindaura, como diz o seu nome, você está linda mesmo!
    E as duas maravilhosas borboletas saíram voando pelo céu azul, encantando a todos com a beleza e enfeitando a paisagem da floresta.



Muito legal! A lagarta feita de caixa de ovo.


Essa é de copinhos descartáveis de café e lã.




Fonte:
https://picasaweb.google.com/105030595000179023512/OCORPOEOESPIRITOLINDAURAALAGARTAJARDIM


domingo, 9 de dezembro de 2012

O verdadeiro Natal

 

O Nascimento de Jesus.


Há muito tempo atrás em uma cidade chamada Belém, nasceu um neném.
Era filho do carpinteiro José e de Maria. Ambos foram escolhidos pelo Pai para uma sublime tarefa: Receber Jesus.

Até hoje brilha em todo mundo sua luz!!!

Jesus é o filho mais obediente de Deus. É como um irmão mais velho que nos veio dar o exemplo e nos ensinar a Lei do Amor.



SÍMBOLOS DO NATAL E SEUS SIGNIFICADOS  

O presépio: Consta que o presépio foi uma criação de São Francisco de Assis no século XIII, consiste na representação em pintura ou escultura das pessoas, do local e do ambiente em que Jesus nasceu. O Presépio nos lembra o nascimento do Menino-Jesus. 



Árvore de Natal: Simboliza o reino de Deus: ”Eu sou a árvore, e vós sois os ramos”. Quando iluminada, a árvore lembra que Cristo é a luz do mundo. O pinheiro nos leva a pensar que sua resistência aos rigores do frio europeu é o símbolo da vida da graça. O verde fala da esperança da vida eterna. 

 


Ceia: É o símbolo do banquete eterno. É o momento em que a família se reúne. Mas a Ceia, a refeição do Natal,quer significar que a nossa verdadeira vida é Cristo,o Filho de Deus que estamos celebrando. 



ESTRELA DE NATAL: guiou os três reis magos até o local de nascimento do menino Jesus







Missa do Galo: Para celebrar o nascimento de Jesus, a missa do galo foi instituída no século V, rezada à meia noite do dia 24 de dezembro, tendo recebido tal nome por se dizer que na hora da celebração da Eucaristia um galo cantou fortemente anunciando a vinda do Messias.
    O nome "Missa do Galo" teve origem no fato de Jesus ser considerado o sol nascente que veio nos visitar, clareando a escuridão. 

     Normalmente a missa do Galo é rezada pela própria Santidade, o Papa, no Vaticano, em razão de sua importância para a vida dos católicos e pela quantidade de pessoas que visitam o local nessa época. Podemos assistir a esse evento todos os anos e ao vivo, pois algumas emissoras de televisão fazem a transmissão diretamente da Itália.






SINOS DE NATAL: Representa o anúncio para a humanidade do nascimento de Jesus Cristo, o Salvador.


 




As bolas de natal:  fazem referência aos primeiros enfeites feitos nos pinheiros e carvalhos, substituindo os que eram usados – pedras e maçãs. Representam a abundância.

 


As velas: também são objetos utilizados como enfeites natalinos. Elas representam a luz de Jesus Cristo vinda até nós, pois seu fogo é purificador, regenera, renova a vida, trazendo esperança.



Os presentes: são uma tradição, uma referência aos três Reis Magos que levaram presentes para o menino Jesus.


 


O boneco de neve:  um dos símbolos do natal, é proveniente da neve existente no hemisfério norte, lugar que exige das pessoas uma convivência maior dentro das casas, e o clima natalino é um momento que proporciona essa convivência, onde as famílias se reúnem para confraternizar.
Em países frios, as crianças saem durante o dia para produzir o boneco de neve. Colocam duas bolas grandes de neve uma sob a outra, um cachecol, uma cenoura para fazer o nariz, um chapéu, laranjas para fazer os olhos e galhos para servir de pés e mãos.
Mesmo em países tropicais como o Brasil, o boneco de neve se transformou em peça de decoração de árvore de natal.




 Guirlanda: é um adorno natalino feito com flores, frutas e/ou ramagens entrelaçadas.
Durante o mês de dezembro a guirlanda é utilizada nas casas.
O uso da guirlanda refere-se a Roma Antiga, pois para os romanos oferecer um ramo de planta significa um voto à saúde.










O Papai Noel:  é uma figura lendária que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, o dia 24 de dezembro.





O ANJO:  o anjo Gabriel foi enviado por Deus para uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, até Maria. O anjo lhe disse: "Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo.

É o anjo da Boa-Nova, da esperança, da anunciação. 

Segundo a tradição, os arcanjos são os mensageiros  de Deus das Boas Novas, que nos ajudam a dar bom rumo e direção à nossa vida, nos dão compreensão e sabedoria.












ATIVIDADE
 



Curiosidades
Sugestão para trabalhar o tema:

- Conversar o que é o Natal com as crianças.
Qual a sua origem, significado, o Natal no mundo, como é comemorado em cada casa, o que a televisão passa sobre o Natal . Resgatar os valores reais do Natal.
Fazer desenhos, contar histórias, passar filmes, confeccionar cartões, árvore de sucata, pintar velas.





Fontes:
 http://www.brasilescola.com
 http://rosangelaprendizagem.blogspot.com.br/2012/11/simbolos-natalinos-informacoes-e.html
 http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/natal/simbolos-de-natal-10.php




segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Vaidade





 O PINHEIRINHO VAIDOSO.

Era uma vez um pinheirinho bem verde. Verde como todos os pinheiros que se prezam. Só que este pinheirinho era lamentavelmente vaidoso. Não estava de forma alguma satisfeito com a aparência que Deus pareceu bem dar à maioria dos pinheiros.
Passava o dia a resmungar:
-Bolas! Não sei porque hei de ser assim cheio dessas folhas duras que mais parecem espinhos! E verde dessa maneira!...
Um dia, o pinheirinho foi mais longe e deixou escapar o desejo do seu jovem coração:


-Quem me dera ser de ouro! Ficaria em destaque e todas as pessoas olhariam para mim.


É até possível que batessem palmas...






Como se vê, sofria realmente da imodéstia, pois se lá no meio da floresta bem pouca gente passava, quem iria se preocupar em olhar para um pinheirinho daquele tamanho? Mas os vaidosos são assim mesmo,eles estão sempre preocupados com admiradores, mesmo que os tais não existam.


Mas deixemos de comentários e voltemos aos fatos. Logo na manhã seguinte, o pinheirinho acordou e nem pode reconhecer-se. Seus galhos haviam se transformados em belos ramos de ouro. Brilhava ao sol que nascia! Ele quase enloqueceu de alegria. E, como houvesse quem o aplaudisse, ele mesmo começou a bater palmas. Só não digo que saltou de felicidade, porque as raízes estavam firmes no chão.



-Mas... sempre um mas... mal chegou a noite, apareceram uns ladrões e lá se foram as folhas de ouro.


Como o pinheirinho chorou no dia seguinte.
 


Dava dó. Fungando e soluçando, fez outro pedido:


-Quem me dera ser, pelo menos, de vidro.


Assim o sol atravessaria meu tronco e faria brilhar “meus espinhos” ( ele sempre se referia assim) fazendo com que todos os pássaros e animais do bosque me admirassem.


Pois não é que seu desejo foi satisfeito mais uma vez?


No outro dia, amanheceu transparente e delicado como um bibelô.



Mas, mais uma vez, sua alegria durou pouco.


Começou uma ventania tão forte, que, em pouco tempo era uma vez um pinheirinho de vidro...


Assim sem folhas, humilhado e cheio de frio, o pinheirinho parece que entendeu:

 - Como fui tolo! Deus sabe o que faz. – E prometeu muito convicto:



- Se eu voltar a ser como antes, ficarei muito agradecido e passarei a ser um bom pinheirinho.


E assim aconteceu. Ele voltou a ser como os outros pinheiros. Passou a ser, porém uma arvorezinha muito simpática e sorridente.


Mesmo quando as outras árvores riam do seu tamanho e dos grandes fracassos que havia sofrido, ele não se zangava. Dizia humildemente: - Aprendi a lição e isso vale a pena.


Assim corriam os dias tranqüilos no bosque, até que chegou o Natal. Todos eles ficaram pensando que alguém os viria buscar para transformá-los em árvores de Natal. Todos, não. O nosso pinheirinho parece que estava mesmo imunizado contra a vaidade e qualquer tipo de pretensão. Lá no seu canto, pensava:


-Sou tão pequeno... acho que ninguém vai me escolher...


Foi justamente o contrário. Exatamente naquela tarde, chegaram várias crianças e um homem. Corriam de um lado para outro, examinando as árvores.


- Olha, papai, que pinheiro bonito! – disse um dos meninos, mostrando uma árvore enorme. E é bom que eu diga que ela ficou maior quando ouviu isso.


- Não Pedrinho. Essa é grande demais para a nossa casa. Vamos ver se encontramos outra menor.


-Achei, papai – gritou Ana Maria. – Não é engraçadinho? Até parece que ele está rindo pra gente...


E foi assim que o pinheirinho virou árvore de Natal. O homem pegou um machado, cortou-o com cuidado e o colocou numa camionete. Doeu o golpe do machado e os solavancos dentro da carroceria davam medo, principalmente porque o pinheirinho nunca havia saído do seu tranqüilo bosque. Mas, ele estava suportando essas coisas valentemente, sem gemidos e reclamações, pensando que isso estava acontecendo para que ele pudesse ser útil.


Agora, ele sabia porque havia sido feito assim.


A sua maneira de ser, ajudava a segurar os enfeites e, principalmente, os flocos de algodão que imitavam a neve.


Que bom descobrir isso! Era como se ele houvesse recebido um lindo presente de Natal.


E lá com o seu aquecido coração de pinheiro feliz, pensava:


“Foi bom eu ter passado pela aflição, para chegar a conhecer essa alegria de hoje...Que todas as pessoas possam reconhecer que Deus tem um plano para cada criatura... Só Ele sabe porque as coisas nos acontecem...


E assim o pinheirinho que

fora problema, drama, tragédia,

no meio da floresta,

passou a ser um motivo de alegria,

uma bênção de Deus no

dia da Sua festa.

A festa que faz dar presentes,

Porque lembra o presente sem igual:

O nascimento do Senhor Jesus,

Que Deus mandou ao mundo no Natal!
 

 Myrtes Mathias